Tudo começou com o Estado Ecológico, um caderno mensal que tinha em média dezesseis páginas, que saía todo dia de lua cheia. O projeto funcionou durante nove anos, porém ocorreu problemas, que desencadeou o fechamento. Contudo, o jornalista Hiram Firmino, dono do projeto e da marca “Ecológico”, continuou na área ambiental. Em poucos meses negociou com o Jornal do Brasil, onde há sete anos lançou a JB Ecológico, que hoje com uma tiragem nacional de aproximadamente 145 mil exemplares, tem o intuito de atender os leitores com interesse nas questões ambientais
José Clemente, assinante da revista, afirma o impresso promove impacto ao leitor, pois pondera, crítica e mostra os dois lados da história.A JB traz nas suas edições os atuais problemas ambientais, debates sustentáveis, reportagens sobre a preservação do meio ambiente. Possui um espaço reservado para as cartas dos leitores e outro, chamado Gente Ecológica, que expõe frases com o tema de responsabilidade ambiental.
Em entrevista ao TREPJORN.BLOGSPOT, o jornalista da JB, Luciano Lopes disse: “- O diferencial da revista está na forma positiva que falamos do meio ambiente. As pessoas precisam desvincular-se da idéia que a imprensa ecológica só mostra tragédias. Temos um mundo cheio de lugares bonitos, preservados, onde a mão humana nunca vai tocar. E isso também deve ser mostrado.”
Especula-se que há inovações rondando a JB. Segundo, Cíntia Melo, bióloga e jornalista da Ecológico, há uma proposta na mudança da diagramação e a chegada de uma nova revista. De acordo com Sanakan Firmino, diretor de arte final, falta alguns detalhes para o fechamento da revista, que não foram divulgados.
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