Evento promove cultura alemã em BH
Quem acha que a Alemanha é só chucrute, Einstein e Beethoven, teve uma ótima oportunidade de atualizar o lado cultural este mês. Entre os dias 3 e 7 de setembro, Belo Horizonte foi a última cidade a receber o Kulturfest Itinerante, festival que visa difundir a cultura contemporânea alemã no Brasil.
O evento foi promovido pelo Ministro das Relações Exteriores da Alemanha, em parceria com a Fundação Clóvis Salgado e com o Governo de Minas, e trouxe atrações que variam entre as artes visuais, cinema e teatro, à música e experimentos tecnológicos. Dentro da proposta da arte jovem alemã as atrações são de graça, exceto as exibições de cinema.
A aceitação do público foi positiva justamente pela cultura alemã ser pouco difundida no Brasil, assim o evento atraiu pessoas que já conhece e admira, e foi exatamente para prestigiar, como é o caso do estudante carioca Cláudio Castro, 24 anos, apaixonado pela cultura alemã e pelo cinema contemporâneo.
Cláudio, que veio do rio de Janeiro, disse
ser apaixonado pela cultura alemã
O estudante acredita que com este evento, a cultura alemã será mais divulgada e mais pessoas, em especial, os jovens, terão oportunidade de conhecer a arte de um ângulo diferente. "De um lado você tem a tradição da cultura alemã que é muito forte, mas a gente tem que pensar também contemporaneamente com que outras culturas essa cultura está dialogando. Esse é o foco desta apuradoria.", diz Cláudio.
Nós tivemos a oportunidade de encontrar uma alemã na platéia, e conversamos com ela após a exibição do cinema. Ela se mostrou bem solícita e satisfeita, por ter matado as saudades de seu país de origem. Apesar de não ter gostado muito do filme, Renata Arfeld, 56 anos, mora no Brasil há 30 anos e organiza intercâmbios culturais. A jovem senhora afirma que sua terra natal é muito mais alegre, do que parece.
O estudante acredita que com este evento, a cultura alemã será mais divulgada e mais pessoas, em especial, os jovens, terão oportunidade de conhecer a arte de um ângulo diferente. "De um lado você tem a tradição da cultura alemã que é muito forte, mas a gente tem que pensar também contemporaneamente com que outras culturas essa cultura está dialogando. Esse é o foco desta apuradoria.", diz Cláudio.
Nós tivemos a oportunidade de encontrar uma alemã na platéia, e conversamos com ela após a exibição do cinema. Ela se mostrou bem solícita e satisfeita, por ter matado as saudades de seu país de origem. Apesar de não ter gostado muito do filme, Renata Arfeld, 56 anos, mora no Brasil há 30 anos e organiza intercâmbios culturais. A jovem senhora afirma que sua terra natal é muito mais alegre, do que parece.
A alemã Renata Arfeld, não gostou do filme exibido
Esteve presente também, o coordenador do projeto, Ricardo Gomes. Ricardo estava bem animado e satisfeito com o projeto de divulgar a cultura jovem alemã, por ser uma nova cultura que não é muito conhecida nem na Alemanha. O coordenador acredita que a cultura alemã não é tão pouco difundida assim, e que na verdade, ela é bem conhecida no sul do país, ao contrário do Norte e Nordeste, onde não há comunidades alemãs.
do projeto era divulgar a cultura jovem alemã
O Kulturfest trouxe mais do que cinema, DJ’s conhecidos internacionalmente, como Loppaz e Eurobique, mostras de artes visuais e vídeos performances. Além do teatro com peças dramáticas – característica marcante nos espetáculos alemães – o evento ainda apresentou peças infantis, como “O Príncipe sapo” dos irmãos Grim.
Matéria por Juliana Baeta
Revisão: Wilton Martins
O Kulturfest trouxe mais do que cinema, DJ’s conhecidos internacionalmente, como Loppaz e Eurobique, mostras de artes visuais e vídeos performances. Além do teatro com peças dramáticas – característica marcante nos espetáculos alemães – o evento ainda apresentou peças infantis, como “O Príncipe sapo” dos irmãos Grim.
Matéria por Juliana Baeta
Revisão: Wilton Martins
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